sexta-feira, 28 de setembro de 2012


Vale tudo nos 70 anos de Tim Maia
Cantor completaria sete décadas de vida nesta sexta, 28. E na Sexta - feira que vem, dia 05 tem: " TRIBUTO TIM MAIA RACIONAL & OUTROS NO SESI SÃO JOSÉ DOS CAMPOS COM A BANDA "A TROPA". ( ENTRADA FRANCA )




Há exatamente 70 anos nascia um dos nomes mais importantes e polêmicos da música brasileira. Sebastião Rodrigues Maia, ou apenas Tim Maia, nasceu em 28 de setembro de 1942, no Rio de Janeiro. Com 28 álbuns lançados ao longo da carreira, o cantor de vozeirão inconfundível emplacou inúmeros sucessos que até hoje são cantados em uníssono pela maior parte das pessoas – “Azul da Cor do Mar”, “Primavera”, “Sossego”, “Vale Tudo”, “Do Leme ao Pontal”, “Não Quero Dinheiro”, “Gostava Tanto de Você”, “Você”, entre tantos outros.

Tim Maia teve uma infância humilde no bairro da Tijuca, onde, aos 8 anos, começou a cantar no coral da igreja local e, aos 12, ganhou o primeiro violão de presente do pai. Trabalhou como entregador de marmitas, as quais, diz a lenda, ele mais comia do que entregava; fez parte de uma banda de rock com Roberto Carlos, The Sputniks; se mandou para os Estados Unidos em uma aventura mirabolante, que durou de 1959 a 1963, onde trabalhou em lanchonetes e estabeleceu o primeiro contato com o soul e com as drogas, ou melhor, os bauretes, gíria de Tim Maia para cigarro de maconha.

O primeiro álbum veio em 1970. Nos três anos seguintes, ele lançou mais três, todos com o nome artístico dele como título e com vários sucessos radiofônicos. Porém, a fase mais aclamada pelos fãs é a dos três álbuns em que ele criou canções para divulgar os princípios filosóficos e religiosos da Cultura Racional, sendo que o terceiro foi lançado postumamente, em 2011, na Coleção Tim Maia, colocada à venda em bancas de jornais. Pelo menos duas canções ficaram imortalizadas – “Que Beleza” e “Rodésia”. Além da religião, ele também pensou em se dedicar à carreira política, ao se filiar ao PSB, em 1997.

Na década de 80, o “síndico”, apelido que ganhou do amigo Jorge Ben Jor (na canção “W/Brasil”, lançada em 1990), aderiu definitivamente ao romantismo, consagrando várias canções da dupla de compositores Michael Sullivan e Paulo Massadas. Entre os hits desse período, está “Me Dê Motivo”. Também gravou um marcante dueto com Gal Costa, em “Um Dia de Domingo”, e ganhou o Prêmio Sharp, em 1988, como melhor cantor. Seu imenso talento como intérprete pode ser conferido ainda no álbum Tim Maia Interpreta Clássicos da Bossa Nova, de 1990.

Depois de uma série de problemas de saúde, principalmente em função da obesidade e o constante uso de drogas, Tim Maia morreu em 15 de março de 1998, após sofrer duas paradas cardiorrespiratórias. Naquela noite, ele tentava realizar uma apresentação no Teatro Municipal de Niterói (RJ), fato raro, uma vez que era comum faltar aos próprios shows. Porém, quando ia, não deixava pedra sobre pedra. A plateia era animada com espécies de gritos de guerra (“quem não dança, segura a criança”) em apresentações nas quais o artista tanto reclamava do som quanto propriamente cantava.

Totalmente desregrado e com dificuldades para administrar as próprias finanças, Tim Maia era desorganizado e faltava aos compromissos com bastante regularidade. Por isso, em seus 70 anos, a imagem que fica é a de um dos melhores intérpretes e compositores da música brasileira, e de um artista bonachão e simpático, que não fugia das polêmicas e se tornou um personagem extremamente cativante. Também deixou dois filhos – Carmelo e Léo Esteves.

rollingstone.com.br


SEXTA - FEIRA ( 05/11/2012) QUE VEM TEM:
TRIBUTO TIM MAIA RACIONAL & OUTROS NO SESI SÃO JOSÉ DOS CAMPOS


Circuito SESI 2012
Horário: 20h
Ingresso: ENTRADA FRANCA
Local: Teatro Sesi São José dos Campos 
( Av Cidade Jardim, 4389 - Bosque dos Eucaliptos - São José dos Campos)


PRODUÇÃO EXECUTIVA - AR.V STUDIO www.arvstudio.com.br


Assista o vídeo documentário do projeto Tributo Tim Maia Racional gravado no Sesc Taubaté.
( Produção Ar.v Studio | Vídeo: Mr.Fish Produções | Áudio: Alexandre Pereira Campos)



“Mais grave! Mais agudo! Mais eco! Mais retorno! Mais tudo!”.

O grito de guerra ainda ecoa na memória dos amantes da arte e da excentricidade de Tim Maia, esse show é uma celebração à obra de um dos mais queridos e respeitados nomes da música popular brasileira, que com certeza merece as homenagens vindas de todas as partes, afinal, sua musicalidade atravessa gerações como poucos artistas de sua época.

Esse carioca da Tijuca é pura versatilidade. Haveria outro artista brasileiro sucesso absoluto entre jovens de 15 anos até pessoas entre 40 e 50 anos? É o pai e o filho na mesma sintonia, é o rapaz dedicando uma canção de amor à sua namorada, é a roda de amigos dançando e cantando seus funk-soul, samba-rock, disco, bossa, blues até chegar à obra mais marcante e polêmica de sua trajetória, Tim Maia Racional.

Na década de 1970 entrou em contato com a doutrina Cultura Racional, quando lançou, (1975), os álbuns Tim Maia Racional, volumes 1 e 2 pelo selo Seroma (palavra "amores" ao contrário e abreviação do próprio nome "Sebastião Rodrigues Maia"). Já nos anos 2000 foram descobertas novas músicas pertencentes à "fase racional", no que foi intitulado de verdadeiro "Racional 3".

Os discos da fase Racional são considerados por muitos os melhores de Tim Maia, com grandes influências de funk e soul e pelo fato de que nesta época Tim Maia manteve-se afastado dos vícios, o que refletiu na qualidade de sua voz.

O show “Tributo a Tim Maia – Racional & Outros” transmite toda essa vibração do mestre do soul tupiniquim. Com um repertório variado e repleto de seus maiores HITS, há músicas de todas várias as fases de sua carreira. São duas horas para dançar, amar, cantar e viajar, entrar no clima de suas letras e melodias, no balanço do groove pesado e na sofisticação de timbres, criando uma atmosfera única.

Porque ao som de Tim Maia ninguém fica parado!


sexta-feira, 7 de setembro de 2012


Green Day: Ouça a nova faixa "Let Yourself Go"


O Green Day lançou a nova música “Let Yourself Go“, faixa de “iUno!”, o primeiro volume da trilogia “¡Uno!, ¡Dos!, ¡Tré!”, que será lançado no dia 24 de setembro. “¡Dos!” e “¡Tré!” serão lançados em 12 de novembro em 14 de janeiro de 2013, respectivamente.

Mike Dirnt, baixista do Green Day, falou sobre o estado de saúde do vocalista Billie Joe Armstrong após a banda cancelar a apresentação que faria na Itália no domingo (02) passado.

"Billie chegou com muita desidratação. Desidratação severa, gripe, em um estado realmente péssimo. Ele acordou de manhã e estava péssimo. Se você está no quarto do hotel e vomitando sem parar, não é divertido. Então, o que você pode fazer? É difícil cantar enquanto você está vomitando", afirmou ao MTV News.

Ouça “Let Yourself Go” abaixo:
www.territoriodamusica.com

Inaugurando o mais novo atelie de arte da cidade de Taubaté | CasaOficina
Oficinas de gravura em silk e xilo ...


Casaoficina é um espaço que abriga um coletivo voltado a produção de arte e desenvolvimento de ideias criativas multi e interdiciplinares. Ressalta-se as linguagens gráficas como a fotografia, a xilogravura e a serigrafia entre outras.

Nossa filosofia é a difusão desse universo através de mostras e oficinas culturais para levar o conhecimento ao público em geral.

Informações: CasaOficina

O show particular de Dave Mustaine
Com equalização deficiente – e plateia entregue –, o Megadeth recriou em São Paulo a íntegra do disco Countdown to Extinction, de 1992


A ideia de tocar um álbum aniversariante na íntegra não é exatamente inédita na trajetória do Megadeth: em 2010, o vocalista/guitarrista Dave Mustaine e a banda que lidera há quase 30 anos viajaram o mundo para celebrar as duas décadas do complexo e cultuado Rust in Peace (1990). Dessa vez, o intuito da atual turnê, que teve início na Colômbia no começo de setembro, é comemorar os 20 anos de Countdown to Extinction, disco que chegou ao segundo lugar da parada norte-americana e rendeu “Symphony of Destruction”, principal hit da história do grupo.

Velho conhecido de palcos paulistanos, Mustaine (acompanhado ainda pelo baixista e membro-fundador Dave Ellefson, o guitarrista Chris Broderick e o baterista Shawn Drover) se apresentou na noite de quarta, 5, para um público ansioso que tomou a Via Funchal. As quatro primeiras músicas foram cantadas em coro, dos versos aos riffs de guitarra marcantes. “Trust”, talvez a mais pop do repertório do Megadeth, abriu como já tem sido praxe, emendada pela avalanche de solos de “Hangar 18”, a frenética “She-Wolf” e a quase-balada “A Tout Le Monde”. Atrás dos músicos, três telões mesclavam cenas de clipes com colagens de imagens relacionadas aos temas das letras, causando um efeito visual interessante e inédito nos shows do Megadeth. Após duas faixas do mais recente lançamento, Thirteen (2011), Mustaine enfim pediu a palavra para decretar a auto-homenagem ao seu disco de maior sucesso, em uma sequência de onze faixas na ordem em que foram lançadas originalmente.

O vocalista de 51 anos quase completos só não fez questão de avisar que várias das músicas que se seguiram raramente foram tocadas em shows. Três delas foram apresentadas ao vivo pela primeira vez há quatro dias, no show de estreia da turnê, em Bogotá: “Architecture of Aggression”, “Psychotron” e “Captive Honour”. Outras, como “This Was My Life” e “Countdown to Extinction”, raramente entraram em set lists recentes. Falta de prática à parte, ficou evidente que algumas das músicas – muito longas, demasiadamente complexas, ou com poucas oportunidades de cantoria coletiva – não funcionam tão bem em um palco quanto no estúdio. Talvez isso explique o porquê de terem permanecido inéditas ao vivo nos últimos 20 anos.

Repentinamente, por volta da metade da apresentação de pouco mais de uma hora e meia, o volume da guitarra de Mustaine subiu a níveis estratosféricos – e não desceu mais. O fato não só contribuiu para atrapalhar o restante da performance, como gerou momentos constrangedores: baixo e bateria se mantiveram abafados em excesso e os solos de Broderick eram praticamente inaudíveis, obscurecidos pelo timbre agudo e afiado como uma navalha de Mustaine. O desnível sonoro era tão perceptível que as últimas faixas da metade final de Countdown foram recebidas com relativa frieza por parcelas da multidão, que sentia que havia algo de errado no ar (em diversos trechos, nem a voz do vocalista superava o massacre de sua própria guitarra). Mais chocante ainda foi o fato de ninguém da equipe técnica do Megadeth perceber a irregularidade gritante e fazer algo a respeito. Teria sido de propósito? Os quatro no palco fingiam que não percebiam, ou faziam que não ligavam, mantendo a performance com energia elevada e as pirotecnias de praxe.

Por essas e outras, esse poderia ter sido o show de uma banda chamada “Mustaine”, e não “Megadeth”. O público colaborava para a sensação de show de um homem só: quando o silêncio raro permitia, o coro que ecoava era um cômico “olê, olê, olê, olê, Mustaine, Mustaine”. Simpático até o último fio de cabelo loiro e esboçando sorrisos enfezados, o frontman passou longe das declarações polêmicas que tem o costume de proferir. “Já falei que amo o Brasil?”, perguntou, extasiado com os confetes, aproveitando para relembrar o primeiro show que fez na América Latina – no festival Rock in Rio 2, em 1991. “Talvez muitos de vocês aqui nem soubessem do que se tratava”, brincou. Após o bis, com dois números tradicionais do cancioneiro megadethiano – as clássicas “Peace Sells” e “Holy Wars” –, a banda agradeceu, distribuiu palhetas, acenos e gracejos. “Voltem com cuidado para casa”, recomendou o bom-moço Mustaine. Foi a última frase da noite, vinda da única pessoa que foi realmente bem ouvida por ali.

Veja abaixo o set list da apresentação:

“Trust”
“Hangar 18”
“She-Wolf”
“A Tout Le Monde”
“Whose Life (Is It Anyways?)”
“Public Enemy No. 1”
“Skin o' My Teeth”
“Symphony of Destruction”
“Architecture of Aggression”
“Foreclosure of a Dream” 
“Sweating Bullets”
“This Was My Life”
“Countdown to Extinction”
“High Speed Dirt”
“Psychotron”
“Captive Honour”
“Ashes in Your Mouth”

Bis:
“Peace Sells”
“Holy Wars… The Punishment Due”

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Olinda abriga festa da world music no Festival MIMO
Nona edição do evento anual decreta mistura entre a música erudita e a popular


A Mostra Internacional de Música de Olinda (MIMO), que acontecerá até o dia 10 de setembro nas diversas igrejas da cidade pernambucana (com alguns shows também em Recife e João Pessoa) teve sua abertura oficial nesta quarta-feira, 5. Assim como nas outras edições do evento, o show de abertura privilegiou a world music: no palco improvisado da Igreja da Sé, se apresentou Richard Bona (foto), baixista camaronês radicado na França, acompanhado do guitarrista francês Sylvain Luc e do percussionista brasileiro Marcos Suzano.

Apesar das dificuldades da língua – Bona se comunicou em francês, inglês e até mesmo em português ("falo português perfeitamente”, brincou) –. o entendimento musical do trio com a plateia foi perfeito. Em interação magistral com os companheiros de palco, o baixista tocou suavemente e cantou com uma voz doce em falsete em temas com vocais improvisados. O set list previsto de oito temas teve uma de suas metades alterada e deu uma cor local à performance, permitindo que o público cantasse junto. Bona cantou a intrincada valsa “Ramo de Delírios”, de Guinga e Aldir Blanc, dando o sinal para o que viria em seguida: “Asa Branca” e “Assum Preto”, de Luiz Gonzaga, e “A Felicidade”, de Tom Jobim, todas com total participação do público dedicado.

Antes, sozinho no “palco”, Bona já havia tocado um tema próprio, acompanhado de sua própria voz: ele a gravava e simultaneamente a mixava logo em seguida, gerando um impressionante efeito com total aceitação da plateia. No bis, mais uma música brasileira – “Cravo e Canela”, de Milton Nascimento, que fechou o belo show de abertura da festa que continua até a próxima segunda-feira.

Veja a programação completa do MIMO site do festival.

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Novo clipe do Racionais MC’s será lançado neste sábado, 8
“Mente do Vilão” será inaugurado no canal do grupo no YouTube durante a festa 100% Favela


Acontece neste sábado, 8, o lançamento do clipe “Mente do Vilão”, novo vídeo do Racionais MC’s. De acordo com um comunicado, o vídeo será inaugurado no canal oficial do grupo no YouTube durante a festa 100% Favela, que acontece no Capão Redondo, em São Paulo.

A primeira visualização do videoclipe acontecerá no palco do evento, ao vivo, para quem estiver presente. A música é do Racionais com participação de William Magalhães (Black Rio), Pixote e Du Bronx.

Recentemente, o grupo de Mano Brown lançou outro novo vídeo, “Mil Faces de um Homem Leal (Marighella)”. Assista abaixo:



Festa 100% Favela
8 de setembro, a partir das 15h (Show do Mano Brown a partir das 3h do dia 9)
Fundão: Rua Adoasto de Godói, 50 (cont. Av. Sabin) – Capão Redondo
Informações: (11) 5816 6866   

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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Hoje no Blues Brazil tem Beatles Vintage Band!
Toda primeira quinta-feira do mês é dia de Beatles no Blues Brazil Taubaté

    
Couvert Artístico R$ 7,00

Endereço: Rua Cônego Almeida, 39 - Centro -Taubaté | Telefone: 12  3624.3649
Informações: Blues Brazil