segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Alice in Chains está trabalhando em novo disco
Depois de se recuperar de uma cirurgia no ombro, o guitarrista Jerry Cantrell está pronto para entrar em estúdio; leia entrevista


O Alice in Chains fez um retorno muito bem sucedido com o disco Black Gives Way to Blue, em 2009. O álbum, o primeiro da banda com o novo vocalista, William DuVall, estreou no Top 10 da parada da Billboard e recebeu diversas indicações ao Grammy. Agora a banda está trabalhando no sucessor, o guitarrista/vocalista Jerry Cantrell revelou à Rolling Stone EUA. “Começamos a compor no ano passado”, ele disse durante o tributo Dimebash em Los Angeles, show anual em homenagem ao falecido guitarrista "Dimebag" Darrell Abbott.

A banda pretende entrar em estúdio ainda no início deste ano, de acordo com Cantrell. Não haviam sido feitos planos para que o espaço de tempo entre os dois discos durasse três anos, mas Cantrell teve de lidar com alguns problemas de saúde. “Eu fiz uma cirurgia no ombro. Tive que cuidar de alguns esporões ósseos e de cartigalens rasgadas, então isso me segurou um pouco”, ele contou. “Mas estivemos escrevendo durante esse processo.”

Embora a faixa-título de Black Gives Way to Blue tenha contado com a participação de Elton John, não espere grandes convidados no novo trabalho. Cantrell ainda está deslumbrado com a colaboração do pianista no disco anterior. “O que ele é, antes de qualquer coisa, é um músico extraordinário. E ele é o cara que me inspirou a começar a tocar, então tê-lo em um de nossos discos – especialmente um que tem tanta importância, no qual recomeçamos nossas carreiras, dizendo adeus e honrando nosso amigo [o falecido ex-vocalista Layne Staley] – é uma coisa tremenda.”

Em entrevistas de divulgação do último álbum, Cantrell falou sobre o fato de a banda estar seguindo em frente após a morte de Staley, ocorrida em 2002. Embora o disco tenha sido um adeus atrasado ao cantor, tendo sido lançado sete anos após a morte dele, Cantrell afirma que os integrantes ainda honram a memória do ex-companheiro. “A mãe de Layne tem feito um show para ele todo ano, e nós participamos”, diz o guitarrista. “É bom lembrar dos nossos. A vida é muito temporária, e em breve nos juntaremos a eles. Esperamos que não seja muito em breve, mas tudo bem. São pessoas incríveis que devem ser lembradas.” Mike Starr, baixista original do Alice in Chains, que saiu em 1993, morreu em março de 2011, após a ingestão de remédios e álcool.
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Ouça "She Smells So Nice", música inédita do Doors
Canção integra a edição especial de aniversário de 40 anos de L.A. Woman, prevista para 24 de janeiro


"She Smells So Nice", música inédita do Doors e que será inclusa na edição especial de aniversário de 40 anos do disco clássico L.A. Woman, foi divulgada na íntegra.


A música foi encontrada pelo produtor Bruce Botnick, que estava organizando as antigas fitas das sessões no estúdio para relançar o álbum em comemoração à data. A edição especial sai no dia 24 de janeiro de 2012, pela Rhino, e será um disco duplo, com versões alternativas de faixas como "Love Her Madly" e "Riders on the Storm", além de um DVD de making of.
http://soundcloud.com/thedoors


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Roger Hodgson fará turnê pelo Brasil
Ex-vocalista do Supertramp se apresenta em dez capitais entre 21 de abril e 5 de maio


Arranjador e compositor de boa parte dos hits do Supertramp, o músico Roger Hodgson vem ao Brasil a partir do dia 21 de abril, para uma turnê que se estenderá por dez capitais brasileiras até o dia 5 de maio.

Completando 62 anos em março, Hodgson formou o Supertramp ao lado de Rick Davies em 1969, quando a banda ainda se chamava Daddy. Com o álbum Breakfast in America (1979), o Supertramp lançou alguns de seus maiores hits, como "The Logical Song", "Goodbye Stranger" e "Take the Long Way Home", entre outros.

Esta será a quarta vez de Hodgson em terras brasileiras, sendo que em maio de 2010 ele se apresentou em São Paulo e Belo Horizonte. Os ingressos para o show na capital paulista, na Via Funchal, são os únicos disponíveis para compra até o momento.

Roger Hodgson no Brasil
Florianópolis - 21 de abril
Porto Alegre - 22 de abril
Curitiba - 24 de abril

São Paulo - 26 de abril
Endereço: Rua Funchal, 65 - São Paulo (Via Funchal)
Preços:
Plateia VIP: R$ 350 / R$ 175 (meia-entrada)
Plateia Premium: R$ 250 / R$ 125 (meia-entrada)
Plateia 1: R$ 200 / R$ 100 (meia-entrada)
Plateia 2: R$ 150 / R$ 75 (meia-entrada)
Mezanino Central: R$ 200 / R$ 100 (meia-entrada)
Mezanino Lateral: R$ 150 / R$ 75 (meia-entrada)
Camarote: R$ 350 / R$ 175 (meia-entrada)

Belo Horizonte - 27 de abril
Brasília - 28 de abril
Rio de Janeiro - 30 de maio
Recife - 3 de maio
Fortaleza - 4 de maio
Campinas - 5 de maio

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Vida de Steve Jobs é contada em HQ
Em março, é a vez de Bill Gates ser biografado em quadrinhos


A Bluewater Productions lançou na última terça, 10, uma HQ contando a vida de Steve Jobs, o cofundador da Apple que morreu em outubro do ano passado. Além disso, em março, a editora, que já publicou a vida de diversas personalidades, como Madonna, Mark Zuckerberg, Black Eyed Peas e Angelina Jolie, coloca à venda uma edição sobre Bill Gates, empresário da Microsoft.

Steve Jobs: Founder of Apple, que foi anunciada primeiramente em junho do ano passado, pode ser comprada em formato digital por US$ 3,99. Nesta quarta, 11, o livro chega às livrarias nos Estados Unidos e passa a ser vendido pela Amazon.

A obra repassa a carreira profissional e a tão comentada personalidade peculiar do homem da Apple. São 32 páginas que encerram a história de vida de Jobs antes da morte dele, já que o projeto foi concebido antes dela.

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Dando um gole de vida
Em meio a um sucesso quase unânime, Criolo encontra as palavras para falar sobre a homenagem de Chico Buarque, entre outros assuntos: "A preocupação é fazer música com o coração"


“Quem diria, né? Um registro desse, que coisa louca”, reflete Criolo, ao dissertar sobre o sucesso do álbum Nó Na Orelha, lançado no ano passado e eleito o melhor disco nacional de 2011 pela Rolling Stone Brasil. Visitando pensamentos antigos, o rapper relembrou diversos momentos de sua trajetória recente, inclusive os que culminaram na criação de “Não Existe Amor em SP” e a singela (e rara) homenagem prestada por Chico Buarque em um de seus shows.

À época do lançamento de Ainda Há Tempo (2006), seu primeiro disco, quando ainda adotava o nome Criolo Doido, Kleber Gomes, 36 anos, cogitou diminuir o ritmo no rap pouco antes de começar a gravar Nó Na Orelha. “Quando eu imaginei sair dos palcos, e não protagonizá-los, foi mais no sentido de continuar compondo e fazendo minhas coisas, mas não seria o ponto principal estar cantando”, revela. “Eu sempre acreditei no ser humano: seja cantar no boteco para uma pessoa e ela ser surda, e você não ter condição nenhuma pra cantar... porque nós sabemos que, na grande maioria das situações, o músico é tratado como um lixo, né? Às vezes está ali só como se fosse um abajur, para ornamentar uma situação. Mas eu acredito no ser humano: onde tem gente, tem esperança e energia boa.”

Essa “energia boa”, como ele mesmo define com uma humildade desconcertante, foi a força vital para a disseminação do seu trabalho nos mais diversos nichos e esferas da sociedade. “O fato de outras camadas sociais e pessoas com histórias de vida diferentes estarem ouvindo o Nó Na Orelha significa que algum sentimento a gente tem e compartilhamos dele”, resume. “É como eu digo para as pessoas: amor não tem sebe. Sentimento não tem sebe. Só a arte quebra as barreiras e junta as pessoas, por um momento que seja. Um recorte que você faz ali no seu dia e, naquele momento, estamos em pé de igualdade. O povo é maravilhoso, cara”, exalta Criolo. “Nossa senhora, foi um grupo de iluminados que se formou ao redor desse momento - ninguém sabia o que ia dar e as pessoas foram e se identificaram. Esse conjunto de coisas, essa faísca...aqueceu um pouco nossos corações e deu no que deu.”

De discurso firme quando o assunto é sua trajetória no rap e na música em geral, Criolo demonstra alegria ao falar do reconhecimento alcançado após mais de 20 anos de carreira, sem se esquecer de onde veio. “Enquanto indivíduo com quase 24 anos de luta e caminhada, me acontece uma coisa que [suspira]... a gente canta esperança. Demora tanto que, quando acontece, a gente custa a acreditar, sabe? Ao mesmo tempo, também sei que não adianta estar bom só pra um. Foi como eu falei ontem no show [Criolo havia se apresentado um dia antes desta entrevista com Emicida, em show conjunto no SESC Pompeia]: ‘Tem coisas maravilhosas acontecendo em nossas vidas, mas não dá pra ficar sorrindo toda hora, porque em alguns lugares do meu bairro ainda falta saneamento básico [Criolo cresceu no Grajaú, zona sul de São Paulo]’. É saber dividir as coisas: não tirar o valor de uma grande conquista e não tirar o merecimento de quem está na luta todos os dias.”

Citando a vida como principal inspiração na hora de compor, Criolo relembrou os momentos em que “Não Existe Amor em SP” veio ao mundo. “Estava pensando em algumas coisas entre o trem Grajaú-Osasco e caminhando ali pelo Largo da Batata”, conta. “Daí aconteceu isso aí: tinha uma construção, alguns escombros por causa do metrô que estava sendo construído, os camelôs, os homens que trabalham como ‘homens-cartaz’ e uma série de coisas. Você vê o rosto de pessoas que estão ali pela sobrevivência, lutando para ter um pouco de dignidade na vida, sendo tratadas como lixo. É enxergar uma cidade que é um pedaço do Brasil sintetizado e tem tanto potencial. Pessoas que você vê que têm fibra, garra e não têm medo de trabalhar e construir sua história, mas são esmagados por algumas coisas. É mais ou menos isso: o quanto as pessoas são especiais, maravilhosas, e o quanto não são bem tratadas. É o que a cidade faz com você e o que você faz com a cidade.”

Questionado se a frase “Valeu, Criolo Doido! Evoé, jovem artista, palmas pro refrão do rapper paulista” (
cantada por Chico Buarque em uma reinvenção – feita por Criolo – da música “Cálice”, em um show) o emociona, o rapper, pela primeira vez na entrevista, encontra dificuldades em achar as palavras certas para se expressar: “Sim [risos]. Muito.” Depois de uma pequena pausa, ele prossegue: “É emocionante poder [pausa]... nossa, é inimaginável, cara. É uma coisa que eu não consigo nem falar. Ainda mais vocês que estão no universo da música, sabem o quanto isso aí foi raro, né? Tocar com o Caetano [Veloso em “Não Existe Amor em SP”, durante o VMB do ano passado] já foi algo maravilhoso. Ele poderia convidar qualquer artista do mundo, né? Tudo que esse cara fez e ele ali, humildemente, dividindo o palco e nós cantamos ali, juntos. Éramos apenas dois caras que gostam de música cantando, cara. Quando acontecem essas coisas, é tão especial.”


“Diante de tantos problemas que você sabe que a gente enfrenta no dia a dia e eu não ter desistido, isso significa que nada é impossível”, continua. “A preocupação é fazer música com o coração, mesmo. Algumas pessoas conversam comigo: ‘Poxa, aquela sua música quis dizer isso’. E nem é música do Nó Na Orelha, mas de coisa que eu cantei há 10 anos. Faz diferença, cara. Nosso pagamento é outro. É totalmente diferente do vil metal. Que ele venha, para darmos conforto aos nossos familiares. São 23 anos mas ainda estou engatinhando e, se Deus me abençoar, ainda vou fazer muita coisa bonita e vocês vão ter muito o que falar de mim aí. Chega de sofrer.”

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domingo, 8 de janeiro de 2012

Troncos de árvores caídas são transformados em móveis


Que tal decorar sua casa com mobília feita de troncos de árvores caídas? Idealizado pelo designer Hugo França, os móveis únicos foram todos feitos a partir de madeira de troncos de árvores mortas que foram derrubadas após as chuvas que deixaram o estado de São Paulo debaixo d´água.
França reutiliza o material que iria para o lixo, transformando-o em uma incrível arte decorativa. Seu desejo é fazer com que sua ideia vire um projeto comunitário.




Segundo matéria divulgada no site EcoDesenvolvimento, a iniciativa pretende se aproveitar do reaproveitamento de troncos de árvores dentro do perímetro urbano para transformá-las em mobiliário público. Em parceria com o Parque do Ibirapuera, em São Paulo, que está fornecendo as árvores como matéria-prima, o projeto já está em prática.
Mais tarde, França tem que criar uma escola para formar mão de obra especializada na área de escultura com árvores. Por meio de um workshop no Museu do Açude, no Alto da Boa Vista, pretende ensinar seu processo de criação dos móveis e outras artes em árvores a estudantes de escolas públicas e faculdades.


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Energia elétrica será gerada no saara a partir do sol

O deserto do Saara, maior deserto quente do mundo, pode ser a solução de energia alternativa para a Espanha, que pretende transformar a luz do sol local em energia elétrica.
Chegando a temperaturas superiores a 50 graus Celsius, o deserto recebe em seis horas energia solar correspondente ao que o mundo todo consome em um ano inteiro, o que é promissor para a empresa Desertec, que deve montar ainda neste ano os primeiros painéis solares com um investimento de  400 bilhões de euros.


Segundo matéria divulgada no site Tech Tudo, em 2015 a Espanha já terá parte de sua energia elétrica originada do calor do Saara e, em 2050, haverá uma rede de usinas para abastecer a Europa, o Norte da África e o Oriente Médio.
As usinas contariam também com painéis metálicos para direcionar a luz do sol a tubulações onde a água evaporaria até criar pressão suficiente para mover turbinas geradoras de energia.
Funcionando 24 horas por dia, a usina vai armazenar o calor em grandes tanques de sal derretido. O primeiro complexo vai ocupar uma área de 12 km², produzindo 150 megawatts/hora e vai custar cerca de 600 milhões de euros. Isso se a crise mundial não forçar uma mudança nos planos.

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