terça-feira, 2 de agosto de 2011


Primus
O maior entre os maiores.

O líder do Primus, Les Claypool, não canta nada. É feio, desengonçado, levemente sem graça – provavelmente aquele tipo de cara que nunca chamava atenção das meninas na escola. Ao invés de fazer parte do time de futebol e tirar o sono das cheerleaders, comprou um contrabaixo, se trancou em seu quarto e, ali, se transformou. Saiu de lá com uma técnica que até hoje não encontra similares.

Na adolescência, estudou ao lado do guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, que sempre foi grande entusiasta do estilo peculiar de Claypool. Quando o Metallica perdeu seu baixista (Cliff Burton) num trágico acidente, em 1986, Hammett queria o amigo Claypool em sua banda. Audições para o cargo chegaram a acontecer, mas, como James Hetfield (vocalista e guitarrista do Metallica) mais tarde declarararia, “Claypool era muito bom para o Metallica, portanto deveria fazer o seu próprio lance”.

Esse “próprio lance” aconteceu. Nasceu com o nome de Primus, um trio tão esquisito para
a época que acabou sendo categorizado dentro do bizarro rótulo funk-metal.

O Primus voltou recentemente às atividades, está lançando disco novo e aproveitou para rodar pelos principais festivais do verão norte-americano. Abaixo você pode conferir a banda tocando um de seus maiores clássicos, “Tommy The Cat”, na edição deste ano do festival Bonnaroo.


Fonte: swu.com
2ª Mostra de Cultura Boliviana
Oficina Cultural Oswald de Andrade promove evento de 30/7 a 5/8 no bairro do Bom Retiro.

A Oficina Cultural Oswald de Andrade, espaço da Secretaria de Estado da Cultura, e a Sociedad Folklórica Boliviana promovem de 30 de Julho a 5 de Agosto a 2° Mostra da Cultura Boliviana. Por meio de exposições, debates, produções cinematográficas e entretenimento serão apresentados aspectos culturais e econômicos sobre a importância da comunidade dos imigrantes bolivianos inseridos no Estado de São Paulo.

 

No 186º Aniversário da Independência da Bolívia, com objetivo de prosseguir com a divulgação e preservação da cultura deste país e tendo em vista a repercussão da exposição realizada no ano passado, a segunda mostra visa à integração multicultural das nações Brasil e Bolívia, por meio de suas manifestações e tradições culturais.

Durante o evento uma exposição reunirá objetos da cultura boliviana, tais como, artesanato popular, instrumentos musicais, artes em metal, e vestimentas típicas. Também haverá apresentações de música e dança folclórica, oficina de dança, oficina de filmes e documentários bolivianos, degustação e gastronomia típica. Além de um espaço infantil “Sociedad Antawara”, jogos tradicionais bolivianos.

O fluxo migratório de bolivianos para a cidade de São Paulo teve início na década de 50 e se intensificou a partir dos anos 80, caracterizando-se, desde então, como uma migração levada predominantemente por fatores econômicos, mas tornando-se muitas vezes uma opção de vida.

Oficina Cultural Oswald de Andrade
Data: Sáb 30/7 - Sex 5/8
Horários: Segunda à Sexta das 10h às 21h. Sábado e Domingo das 10h às 18h.
Onde: Oficina Cultural Oswald de Andrade R. Três Rios, 363 - Bom Retiro - São Paulo - SP
Cidade: São Paulo


Resgate Cultural
Synval Silva: o centenário do homem que conduziu Carmen Miranda ao sucesso

"Taí o samba que você pediu, Marina/taí, eu fiz tudo e você desistiu, Marina/taí, meu amor, toda a minha afeição/e você vai me matando pouco a pouco de paixão..." Era 1968, ano da I Bienal do Samba, na TV Record, e, com essa outra "Marina", bem mais espevitada no ritmo e no proceder que a de Caymmi, Synval Silva, com a interpretação de Noite Ilustrada, brilhava numa das eliminatórias da contenda musical, ganha por Elis Regina com "Lapinha", de Baden Powell e Paulo César Pinheiro.

"Marina" é um samba que o próprio Synval regravou, aos 61 anos, na faixa de abertura do único elepê que lançou, em 1973, com arranjos de Nelsinho e Peruzzi, pela série Documento da RCA. Parceiro de Nélson Trigueiro em "Crioulo Sambista" ("Quase todo crioulo do morro é sambista/toda mulata bonita é artista/desempenha diversos papéis sozinha/à noite, ela samba no morro/de dia, ela enfrenta a cozinha...") e de Herivelto Martins em "Negro Artilheiro" ("Roda de samba de negro não tem mais cachaça/há muito negro artilheiro defensor da raça..."), Synval também deu emissão própria, na faixa final desse disco, à sua bela exaltação, de recorte clássico, "Brasil, Explosão do Progresso" – feita com Jorge Melodia –, um samba-de-enredo que embalou o desfile de 1973 da Império da Tijuca, escola de samba da qual foi fundador, baseada no mesmo Morro da Formiga de recente UPP (Unidade de Polícia Pacificadora), na Tijuca, onde morou por muito tempo.

"Coração, governador da embarcação do amor/coração, meu companheiro na alegria e na dor/a felicidade procurada corre/e a esperança é sempre a última que morre.." Esse samba, "Coração", foi uma das vias, nem sempre bem pavimentadas, pelas quais Synval Silva, motorista particular de Carmen Miranda, conduziu-a ao concorrido destino do sucesso. O mesmo percurso ela fizera com "Arlequim de Bronze" ("Ó Deus, eu me acho tão cansada/ao voltar da batucada/que tomei parte lá na Praça Onze/ganhei no samba um arlequim de bronze/minha sandália quebrou o salto/e eu perdi o meu mulato lá no asfalto...."), outro samba de Synval, de cujas piadas a Pequena Notável ria-se à larga, não raro arranjando-lhe um bico de corista em gravações ou mesmo em algumas das suas apresentações. Se Carmen foi reverenciada, em 2009, pelo seu centenário de nascimento, também é justo que, pela mesma razão, Synval Silva seja louvado neste 2011, já que nasceu em 14 de março de 1911, mineiro de Juiz de Fora (da mesma cidade de Geraldo Pereira) que, após ter valorizado a nossa música popular, guardava no lenço uma lágrima sentida e dava o seu adeus à batucada em 14 de abril de 1994.

"Adeus, adeus/meu pandeiro do samba, tamborim de bamba/ já é de madrugada...."

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

'Dogville', de Lars von Trier, era um dos favoritos de matador norueguês
Diretor disse ver 'semelhanças' entre roteiro do longa e ações do atirador.
'Sinto-me terrivelmente mal', afirmou Von Trier a jornal dinamarquês.


 
O cineasta Lars von Trier disse que se arrependeria de ter feito "Dogville" (2003) caso for confirmado que seu filme serviu de inspiração ao autor confesso do duplo atentado na Noruega, em julho, que matou 77 pessoas.

Von Trier deu entrevista ao jornal dinamarquês "Politiken", publicada no sábado (30).

"Sinto-me terrivelmente mal pensando que 'Dogville' possa ter sido usado por ele como uma espécie de roteiro. É uma ideia horrível", declarou o diretor de cinema dinamarquês. Ele disse encontrar semelhanças entre o final de seu filme e o massacre na ilha de Utoeya.

Em seu perfil no Facebook, cujo acesso está atualmente bloqueado, o atirador citava o filme de Von Trier como um de seus favoritos.

Na trama, a protagonista interpretada por Nicole Kidman é torturada e estuprada pelos habitantes de um povoado. No fim, todos acabam assassinados.

"A cena final de 'Dogville' lembra de forma muito desagradável Utoeya", admitiu o cineasta. Von Trier ressaltou, porém, que seus filmes têm um "objetivo pedagógico", que "vai em direção oposta às ações de Breivik".

O porta-voz do ultranacionalista Partido Popular dinamarquês, Soren Espersen, respondeu no mesmo jornal às críticas feitas pelo cineasta contra seu partido. "É interessante que isso venha de um homem que se declara nazista e que fez filmes perversos, carregados de violência e que, segundo as declarações de Breivik, serviram de inspiração para seus crimes", disse.

Em maio, a organização do Festival de Cannes declarou Von Trier "persona non grata", depois de dizer que "compreendia" Hitler durante uma entrevista coletiva.

Fonte: globo.com

Descalça, britânica Joss Stone faz show em Portugal
Estrela inglesa do pop soul cantou seus hits em Lisboa no sábado (30).
Cantora se apresenta no dia extra do Rock in Rio, em 29 de setembro.


A cantora britânica Joss Stone se apresentou no sábado (30) em Lisboa. A estrela do pop soul segue em turnê pela Europa antes de se apresentar no dia extra do Rock in Rio, em 29 de setembro, na mesma noite de Stevie Wonder e Jamiroquai. Além de sua carreira solo, ela está envolvida em uma banda com Mick Jagger, Damian Marley, Dave Stewart e A.R. Rahman.





Fonte: globo.com
Veja a lista de artistas confirmados para tocar no Rock in Rio 2011
Festival acontece nos dias 23, 24 e 25/9, 29/9 e 30/9, 1º e 2/10 no RJ.
Destaques incluem Metallica, RHCP, Guns N' Roses, Rihanna e Shakira.



Show do Pearl Jam em São Paulo já tem setores esgotados na web
Venda de ingressos começou à 0h01 desta segunda-feira (1º).
Banda se apresenta em novembro em SP, Rio, Curitiba e Porto Alegre.

 
Seis setores do lote disponível na internet para o show que a banda norte-americana Pearl Jam fará em São Paulo, em novembro, já tinham ingressos esgotados por volta das 8h30 da manhã desta segunda-feira (1º).

Segundo a página de vendas da Tickets For Fun, restavam apenas os seguintes setores: arquibancadas azul, especial, vermelha e laranja.

A venda para as quatro apresentações do Pearl Jam começou à 0h01. Os americanos tocam em São Paulo (Estádio do Morumbi, dia 4); no Rio (Praça da Apoteose, dia 6); em Curitiba (Estádio do Paraná Clube , dia 9); e em Porto Alegre (Estádio do Zequinha, dia 11). As datas em outras cidades ainda não tinham setores esgotados pela manhã desta segunda-feira.

Entradas estão disponíveis através do site www.ticketsforfun.com.br; a partir das 9h pelo telefone 4003-5588 (válido para todo o país); e nas bilheterias oficiais.

O Pearl Jam foi formado em Seattle em 1990. O grupo é formado por Eddie Vedder (vocal e guitarra), Jeff Ament (baixo), Stone Gossard (guitarra) e Mike McCready (guitarra). O baterista Matt Cameron se juntou ao grupo em 1998 após sair do Soundgarden.

A banda americana já vendeu cerca de 60 milhões de álbuns ao redor do mundo. Dentre seus hits estão "Black", "Jeremy", "Even flow" e "Alive".

Veja os valores das apresentações abaixo:

São Paulo (Estádio do Morumbi)
Pista – R$ 190
Cadeira Inferior A – R$ 340
Cadeira Inferior B – R$ 340
Cadeira Inferior B (PNE) – R$ 340
Cadeira Superior Azul Premium – R$ 380
Cadeira Superior Laranja – R$ 380
Arquibancada Azul – R$ 240
Arquibancada Vermelha – R$ 240
Arquibancada Vermelha Especial – R$ 240
Arquibancada Laranja – R$ 240

Rio de Janeiro (Apoteose)
Pista 1 – R$ 350
Pista 2/Arquibancada – R$ 250

Curitiba (Estádio do Paraná Clube)

Pista 1 – R$ 300
Pista 2 – R$ 200
Cadeira Descoberta – R$ 220
Cadeira Coberta – R$ 250
PNE – R$ 100
Arquibancada – R$ 100

Porto Alegre (Estádio do Zequinha)
Pista – R$ 180
Arquibancada – R$ 150
Cadeira – R$ 200

Fonte: globo.com